Porque não sentimos as mesmas coisas quando estamos vestidos com um vestido, um fato de treino com lantejoulas, roupa XXL, calças, sejamos homens ou mulheres, com estas sessões de disfarces, explorem a sensação de ser outra pessoa, uma faceta de si próprios, a pele de outra pessoa, para compreender através dos sentidos o que uma peça de roupa provoca: no olhar do outro, nas nossas próprias perceções, na visão que temos de nós mesmos, e simplesmente reapropriar-nos do nosso espaço do eu através do jogo: quem tenho vontade de ser?
No dia 13 de junho, às 15h Disfarçar-se para se descobrir A roupa, todo um símbolo. Ela participa na perceção da nossa encarnação. Realidade, ilusão? Nem sempre habitamos as nossas roupas, tal como nem sempre habitamos o nosso corpo. Tomar consciência do que está em jogo por detrás desse pedaço de tecido, relacional, que ora nos protege, ora nos esconde de nós mesmos, pode revelar-se bastante eficaz para cuidar da sociedade da ilusão da aparência. Por Caroline Lepeu, artista autora, educadora Montessori e antiga editora. Intergeracional, mas as crianças devem estar acompanhadas por um adulto.
Preço: Reservas no local junto dos bibliotecários ou por email [email protected] ou telefone 01 46 07 35 05
Fonte: paris.fr — foto: Stephane Delorme
