Arquivo — sentimental e fragmentário — que conta a rapidez e a violência das transformações urbanas
Há seis anos, Isabelle Massenet percorre a periferia sul, a pé, a partir de Cachan. Comovida pela dimensão, rapidez e violência das transformações urbanas em curso, começou a pintar os edifícios mais ou menos antigos, pequenos ou grandes, encontrados pelo caminho, e a colecionar histórias de periferia. Reunidos num móvel-biblioteca, pinturas, mapas, livros e documentos diversos compõem uma espécie de arquivo — sentimental e fragmentário — mas que ambiciona, ainda assim, dar uma imagem sensível da diversidade que desaparece, apagada pelas obras do Grand Paris e pela densificação metropolitana.
Preço: Entrada livre
Fonte: paris.fr — foto: Isabelle Massenet
