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Elobolo molo waïpɨnaï… (É aqui que me amei…) / Performance poética Notre mots-histoires
jun.
06
16:00
RedeParisGrátis

Elobolo molo waïpɨnaï… (É aqui que me amei…) / Performance poética Notre mots-histoires

Elobolo molo waïpɨnaï… (É aqui que me amei…) é um projeto sonoro que convida quem apura o ouvido a acompanhar histórias de amores de pessoas indígenas presentes em espaços urbanos. Notre mots-hi…

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· Espace Frans Krajcberg - Centre d'art contemporain Art & Nature · Espace Frans Krajcberg - Centre d'art contemporain Art & Nature, 21, avenue du Maine, Paris · Paris

À propos

Elobolo molo waïpɨnaï… (É aqui que me amei…) é um projeto sonoro que convida quem apura o ouvido a acompanhar histórias de amores de pessoas indígenas presentes em espaços urbanos. Notre mots-histoires é um momento de leitura de poemas indígenas brasileiros.

Instalação. Yuwey Henri é talãmelonin (poetisa, autora), onumingadoton (pensadora) e owomatodon (militante) da nação Kalin'a Tɨlewuyu (povo indígena da « Guyane Française ») e franco-brasileira. É presidente da Documents d'Artistes Caraibes et Amazonies (DDACA), que tem como objetivo promover e divulgar a Arte contemporânea destes territórios. Yuwey envolve-se na luta pelo futuro Kalin'a. Procura reforçar a preservação das culturas indígenas do seu território ancestral, que continuam a sofrer os tormentos da colonização. Através do pensamento que desenvolve e a que chama « Landguage Back », emancipa-se. Os seus trabalhos, que denunciam estratégias estatais historicamente epistemicidas, transportam a esperança de cada pessoa se reencontrar consigo própria, de se valorizar na sua inteireza para lutar contra o apagamento e o esquecimento sistémicos. Elobolo molo waïpɨnaï… (É aqui que me amei…) é um projeto sonoro que convida quem apura o ouvido a acompanhar histórias de amores de pessoas indígenas presentes em espaços urbanos. Ao ritmo dos sons da cidade, dos humanos e não humanos que a habitam, as sonoridades moldam os relatos para dar visibilidade a vozes invisibilizadas. Trudruá Dorrico pertence ao povo Makuxi. Doutorada em teoria literária pela PUCRS, é escritora, conferencista e investigadora em literatura indígena. Foi curadora da exposição “Nhande Marandu”: uma etnomédia indígena, no Museu de Amanhã (Rio de Janeiro, Brasil, 2022-2023). Residente na Cité Internationale des Arts, em Paris, em 2023, interpretou um poema durante a inauguração da exposição “Rêver la Terre” no Espace Frans Krajcberg. Em 2024, é residente no LABVERDE (Amazonas). Em 2025, é curadora convidada da XV e Bienal Internacional do Livro do Ceará e do 1 er Festival de Literatura Indígena do Museu das Culturas Indígenas, Ayvu Nhevaitim (FLAN) – Encontro das Vozes Indígenas. A sua obra “Tempo de retomada” (autêntica, 2025) é o tema do Boi Caprichoso, no Festival de Parintins (Amazonas). Notre mots-histoires é um momento de leitura de poemas da sua própria autoria e de poetas indígenas brasileiros. "Nesta noite, tento procurar a palavra-música, a palavra-história, a palavra-resistência, a palavra na sua primeira forma". Com o apoio de: Ville de Paris; Fondation Yves Rocher; Service Civique; Monsieur et Madame Louis de Ségur de Charbonnières e ARTVERS. Com curadoria de: Capucine Boutte, Association des amis de Frans Krajcberg.

Fonte: paris.fr — foto: Aycoobo Wilson Rodríguez

Lieu

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Espace Frans Krajcberg - Centre d'art contemporain Art & Nature · Espace Frans Krajcberg - Centre d'art contemporain Art & Nature, 21, avenue du Maine, Paris · Paris

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