Élise Marienstras nasceu em 1932, em Paris, filha de emigrantes polacos oriundos do shtetl de Slonim, um território que se tornou lendário e que ela própria conheceu em criança. Durante a guerra, a família atravessou a linha de demarcação e viveu escondida até à Libertação.
Atlande, 2025. Élise Marienstras nasceu em 1932, em Paris, filha de emigrantes polacos oriundos do shtetl de Slonim, um território que se tornou lendário e que ela própria conheceu em criança. Durante a guerra, a família atravessou a linha de demarcação e viveu escondida até à Libertação. Atualmente professora emérita de História, oferece-nos, nesta narrativa impregnada de literatura e filosofia, o relato da sua travessia do século XX: do shtetl ao kibutz, de New York à Sorbonne de maio de 68. «Trata-se de uma espécie de história oral, imperfeita, incompleta […] vivida como um sonho no qual teria estado mergulhada durante algum tempo, […] de uma história (com e sem maiúscula) que aconteceu e se extinguiu, ou melhor, que foi soprada como os rastos de faíscas que escaparam do shtetl em chamas num dia de Kippour, em dezembro de 1942.» Com a presença da autora. Em conversa com Raphaël Sigal, autor de Géographie de l’oubli (Robert Laffont, 2025). Reservar
Preço: Preço: de 3€ a 5€ Preço reduzido para jovens dos 18 aos 25 anos e seniores (mediante apresentação de comprovativo) Entrada gratuita para candidatos a emprego, estudantes e menores de 18 anos (mediante apresentação de comprovativo)
Fonte: paris.fr — fotografia: Élise Marienstras ©Randy Logé.
