Esta exposição reúne as esculturas de Denise Brimson inspiradas na vida, as gravuras de Hélène Bascoul, entre a sombra e a luz, bem como as pinturas monumentais de Pierre Laigret, impregnadas de uma energia vibrante.
Hélène Bascoul (gravura) Hélène Bascoul concluiu, em 1993, uma licenciatura em Artes Plásticas na Université Paris Panthéon-Sorbonne. Paralelamente à sua atividade como gravadora, dinamiza oficinas destinadas a diferentes públicos (adolescentes, pessoas com deficiência, reclusos, públicos vulneráveis…). Em 2024, foi distinguida com um prémio Taylor de gravura, atribuído no Salon d’Automne. Executadas em água-forte e água-tinta sobre cobre, as gravuras de Hélène Bascoul constituem um jogo permanente entre sombra e luz, presença e ausência. Nelas retrata lugares habitados, rostos, emoções e intimidades. Ao longo dos anos, a gravadora fez do quotidiano a sua principal fonte de inspiração, representando-o com subtileza, contraste e poesia. Pierre Laigret (pintura) Pierre Laigret iniciou a sua formação na École de Beaux-Arts d’Orléans. Posteriormente, aperfeiçoou as técnicas de gravura e pintura a fresco. Desde a década de 1980, as suas obras são apresentadas regularmente em exposições na Bretagne, em Paris e por toda a France. Em 2021, foi distinguido com o prémio de pintura Fernand Cormon da Fondation Taylor. Nos seus frescos de grandes dimensões, Pierre Laigret reescreve com ímpeto as grandes narrativas da nossa história, sejam elas míticas, religiosas ou profanas. Recorre a uma paleta de vermelhos atenuados, azuis e branco acinzentado para criar quadros impregnados de vitalidade e energia. Denise Brimson (escultura) Natural de la Réunion, Denise Brimson frequentou aulas de desenho no Hertfordshire College of Art, no Royaume-Uni, integrando posteriormente os Ateliers des Beaux-Arts de la Celle-Saint-Cloud, dirigidos por Jacqueline Georges Deyme e Jean-Marc Lange, onde se formou em escultura. Desde 1994, expõe as suas obras em France e no estrangeiro e participa anualmente nos principais salões parisienses. Denise Brimson explora a interação entre as espécies, o mundo vegetal e o mundo animal. As formas voluptuosas das suas esculturas evocam ora frutos, ora silhuetas femininas, ou ambos simultaneamente. Poesia, irreverência, ternura: tudo nas suas obras celebra a vida.
Fonte: paris.fr — fotografia: Fondation Taylor
