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Comece o regresso à rotina de forma descontraída com a nossa exposição dedicada às pranchas originais de Dead Train, a primeira banda desenhada do fotógrafo Sébastien Salamand, conhecido como Le Turk.
Temos o prazer de vos convidar para a nossa próxima exposição dedicada a Dead Train, do artista Le Turk, de 27 de agosto a 12 de setembro de 2026, na nossa galeria parisiense. Sébastien Salamand, também conhecido como Le Turk, é um artista francês, fotógrafo e artista plástico, reconhecido pelo seu universo visual singular. Dedica-se agora ao universo da banda desenhada com a sua primeira obra, Dead Train, que apresentamos através de uma seleção de pranchas originais. Em 2011, inaugurou o seu primeiro estúdio, onde deu vida a cenários originais através de uma combinação singular entre pintura clássica e cultura, utilizando materiais como madeira, cartão e poliestireno e dando assim livre curso à sua imaginação transbordante, que faz dele um artista completo. Em 2015, com a publicação do seu primeiro livro de fotografias, Le Turk afirmou-se como um nome incontornável do panorama fotográfico francês, consolidando o seu estatuto na cena artística contemporânea. Três anos mais tarde, a cidade de Metz adquiriu um tríptico das suas obras no âmbito do festival "Photographie Mon Amour" e proporcionou-lhe uma exposição retrospetiva na Basilique Saint Vincent. Além das suas criações artísticas de edição limitada, o artista colabora com marcas de pronto-a-vestir, deixando a sua marca visual em campanhas emblemáticas. Sucedeu, nomeadamente, a Sarah Moon numa campanha da marca Lilith, oferecendo uma interpretação visual distinta. Estas colaborações demonstram a sua capacidade de fundir as artes visuais com o mundo da moda, criando parcerias visuais singulares e memoráveis. Depois de ter vivido durante vários anos entre a France e a Allemagne, decidiu instalar-se na Sologne, a sua região natal. Foi aí que abriu, com Laura Salamand, o seu estúdio de 350m2, chamado l'Usine à Merveilles. Neste espaço, dá livre curso às suas ideias cinematográficas irreverentes e à criação de projetos fotográficos inovadores. As suas encenações fotográficas conduziram-no progressivamente à realização de curtas-metragens e videoclipes, reatando assim a sua paixão inicial pela música. Este atelier tornou-se um verdadeiro laboratório de experimentação, onde as artes se encontram e se entrelaçam, criando uma sinergia criativa única. O seu trabalho inspira-se, nomeadamente, no universo de Tim Burton e de Guillermo del Toro, mas também no cinema fantástico e num certo surrealismo. Há mais de vinte anos que desenvolve uma obra muito pessoal, na qual cada imagem é concebida como uma cena de teatro. Ao contrário do que acontece na fotografia tradicional, Le Turk realiza pessoalmente todas as suas criações: concebe os cenários e dirige os modelos como verdadeiros atores. As suas personagens, com rostos frequentemente semelhantes a porcelana, como autênticas bonecas de cera, movem-se por universos misteriosos. Esta abordagem artesanal transforma cada uma das suas obras numa encenação completa. Dead Train Em 2026, Le Turk deu um novo passo na sua carreira com a publicação de Dead Train, a sua primeira banda desenhada, escrita com Wallace Carpentier. Atualmente, Le Turk afirma-se como um artista completo, capaz de passar da fotografia para a banda desenhada sem perder a sua identidade artística, distinguindo-se o seu trabalho por uma atmosfera única. Transpõe para a nona arte o seu universo e o seu olhar fotográfico, através de um desenho preciso, repleto de pormenores e acompanhado por cenários extremamente elaborados. Com este primeiro volume, Le Turk estreia-se de forma convincente no mundo da banda desenhada, oferecendo um álbum com uma forte identidade gráfica e uma narrativa intrigante, inserida num universo já solidamente construído. Um primeiro passo promissor, que desperta a vontade de voltar a embarcar a bordo de Dead Train. A história leva-nos até Dead Train, uma cidade isolada onde os mistérios parecem esconder-se por detrás de cada fachada. Ao longo das páginas, a narrativa cria uma atmosfera opressiva e multiplica as interrogações sem nunca revelar tudo. A intriga constrói-se progressivamente, mantendo a dúvida até às últimas páginas. Vários protagonistas revelam, pouco a pouco, personalidades mais complexas do que aparentavam, deixando o leitor com vontade de continuar a aventura no segundo volume. Este primeiro volume confirma a sua capacidade para contar histórias e criar um universo completo e rico, preservando simultaneamente a riqueza visual que lhe valeu a reputação de fotógrafo. Le Turk reúne aqui tudo o que torna singular o seu trabalho fotográfico e o olhar que este moldou. Os enquadramentos são precisos, os jogos de sombra e luz conferem uma profundidade constante à obra, enquanto os rostos de traços delicados evocam por vezes as suas fotografias. Cada prancha é particularmente rica em pormenores. A arquitetura da cidade, desenhada com grande precisão, contribui plenamente para a atmosfera misteriosa da narrativa. Os cenários estão repletos de elementos que convidam a observar demoradamente cada vinheta, reforçando a imersão neste universo sombrio e singular. Nas suas pranchas, constrói imagens ricas cuja força reside numa atenção especial aos pormenores. Graças a um trabalho minucioso a tinta-da-china, molda cuidadosamente os cenários e as personagens. Os seus esboços, ricamente elaborados, dão origem a pranchas muito ponderadas e cuidadosamente construídas, nas quais nenhum elemento é deixado ao acaso. Os nossos compromissos Há cinco anos que procuramos destacar as obras por detrás do livro, para oferecer aos nossos visitantes toda a riqueza da banda desenhada. A aquisição de uma obra prolonga-se, assim, numa experiência mais completa e sensível. Através das pranchas originais de banda desenhada, mergulhe no coração do romance gráfico. Poderá descobrir o traço, a vibração das cores, a profundidade do preto e branco e, por vezes, até os pensamentos do autor através de pequenas notas. Inauguração Quinta-feira, 27 de agosto de 2026, a partir das 18h Sessão de autógrafos a partir das 16h Aberto a todos
Entrada: As nossas exposições e inaugurações são 100% gratuitas e abertas a todos, sem reserva.
Fonte: paris.fr — fotografia: Le Turk
